Às vezes ponho-me a pensar no quão violentos e ingratos são os seres humanos... Só com uma imensa bondade para perdoar todos os erros que cometemos com as pessoas diáriamente.
Quantos corações e mentes magoamos...
Quantos sorrisos desfazemos, apenas para satisfazer a nossa vaidade...
E muitas vezes, perdemos pessoas de um tamanho valor na nossa vida, apenas por ilusões e utopias(ideia de algo ideal/imaginária) que criamos...
O que me deixa extremamente tranquilo é que um dia, mais cedo, ou mais tarde, "caímos do cavalo", então toda a verdade sobre a vida descortina dos nossos olhos, e então, temos a oportunidade de voltar e redimirmo-nos...
Assim é como me encontro actualmente...Numa fase contemplativa/reflexiva dos meus actos...Tenho muito que pedir perdão, e tenho muito a perdoar(ou simplesmente varrer da memória)...
É pena é que nem todos descobrem os seus erros e sombras em tempo hábil da redenção...
Mas aí o arrependimento ja vem tarde não é?!
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
O Obstáculo...
Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada.
Então, o rei escondeu-se e ficou a observar para ver se alguém tiraria a pedra do caminho. Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra.
Alguns até esbracejaram contra o rei dizendo que este não mantinha as estradas limpas, mas nenhum deles tentou sequer mover a pedra do meio da estrada.
De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais.
Ao aproximar-se da enome pedra no meio do caminho, pôs de lado a sua carga e tentou remover a pedra dali.
Após muita força e suor, finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada.
Então, voltou a pegar a sua carga de vegetais, mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra.
A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.
O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu: "Todo o obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos a nossa condição".
Muitas vezes desviamo-nos do nosso caminho para não encarar a realidade pela sua dificuldade e com isso não só passamos o problema para outros por não termos assumido a nossa parte da responsabilidade, como também podemos estar-nos a afastar de muitas coisas boas, no mínimo a satisfação de ter realizado algo de importante.
Então, o rei escondeu-se e ficou a observar para ver se alguém tiraria a pedra do caminho. Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra.
Alguns até esbracejaram contra o rei dizendo que este não mantinha as estradas limpas, mas nenhum deles tentou sequer mover a pedra do meio da estrada.
De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais.
Ao aproximar-se da enome pedra no meio do caminho, pôs de lado a sua carga e tentou remover a pedra dali.
Após muita força e suor, finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada.
Então, voltou a pegar a sua carga de vegetais, mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra.
A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.
O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu: "Todo o obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos a nossa condição".
Muitas vezes desviamo-nos do nosso caminho para não encarar a realidade pela sua dificuldade e com isso não só passamos o problema para outros por não termos assumido a nossa parte da responsabilidade, como também podemos estar-nos a afastar de muitas coisas boas, no mínimo a satisfação de ter realizado algo de importante.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Valor
Será que damos “valor” às pessoas que nos rodeiam?
Quanto é que valem os nossos amigos?
Qual é o “preço” de uma amizade?
Quanto vale um familiar?
Somos pequenos “pedaços de madeira” perdidos neste “mar” a que chamamos sociedade, pedaços de madeira como aqueles que podem ser apanhados por qualquer pessoa numa praia, atirados, mal tratados, espezinhados, mas que também podem ser acarinhados, bem tratados, limados e polidos pelas mãos de quem soube dar “valor” e vê a beleza e o potencial que está por detrás desse pedaço de madeira…
Gosto de me ver como um “pedaço de madeira”, sendo assim, o resultado de tudo o que já passou e que o vai passando, algumas amolgadelas, muitos golpes e feridas q.b., mas também limado, consertado, polido e até mesmo transformado numa bela caixa que apesar de ter algumas arestas, defeitos, falhas por limar e algumas imperfeições, guarda muito “valor” lá dentro.
Quanto é que valem os nossos amigos?
Qual é o “preço” de uma amizade?
Quanto vale um familiar?
Somos pequenos “pedaços de madeira” perdidos neste “mar” a que chamamos sociedade, pedaços de madeira como aqueles que podem ser apanhados por qualquer pessoa numa praia, atirados, mal tratados, espezinhados, mas que também podem ser acarinhados, bem tratados, limados e polidos pelas mãos de quem soube dar “valor” e vê a beleza e o potencial que está por detrás desse pedaço de madeira…
Gosto de me ver como um “pedaço de madeira”, sendo assim, o resultado de tudo o que já passou e que o vai passando, algumas amolgadelas, muitos golpes e feridas q.b., mas também limado, consertado, polido e até mesmo transformado numa bela caixa que apesar de ter algumas arestas, defeitos, falhas por limar e algumas imperfeições, guarda muito “valor” lá dentro.
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